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Descupinização

Controle - As intervenções para o controle de infestação por cupim exige conhecimento técnico apurado, não apenas da biologia da praga, mas também de detalhes da arquitetur; construtivos e do paisagismo da área a ser tratada, dos equipamentos necessários para executar as ações de controle, e dos produtos disponíveis no mercado, cuja forma de ações contra a praga, preparo e modo de aplicação devem ser de pleno domínio do operador.

Aplicação - Utilizamos um cupinicida com finalidade de imunizar o local tratado, formando uma barreira interna dado ao alto teor residual do cupinicida aplicado, com o objetivo de eliminar e dificultar a existência do inseto.

Fumigação - Injeção e encharcamento – Utilizamos um cupinicida líquido com finalidade de imunizar o local tratado, formando uma barreira interna dado alto teor residual do inseticida aplicado. Encharcamento das construções – Injetamos em paredes, pisos, alicerces, lajes, juntas de dilatação, etc... cupinicida de longa duração o que dificulta a passagem dos insetos pela alvenaria. Gás/Pó – Aplicado sob forma de gás/pó, com características distintas, podendo destacar seu poder de penetração pelas viasi formadas pelos insetos xilófagos e sua eficiência na morte dos insetos. Encharcamento de solo – Inseticidas micro encapsulados de liberação lenta, não sistêmicos aplicados nas áreas com terra exposta com finalidade de formação de cortinas de inseticidas para dificultar a passagem destes insetos em um de seus principais caminhos de entrada.

Biologia - A palavra "Cupim" tem origem na língua Tupi, e designa tanto o inseto, como sua habitação. Os cupins, também são conhecidos como térmites, térmitas, e as formas aladas, que enxameiam em certas épocas do ano e congregam em enormes quantidades ao redor das lâmpadas acesas, são denominados siriris ou aleluia. Cientificamente, os cupins classificam-se na ordem Isopteram, com cerca de 2.700 espécies conhecidas no mundo, distribuídas principalmente em regiões tropicais e subtropicais. Há aproximadamente 550 espécies de cupins nas Américas, mais de 200 espécies são assinaladas no Brasil. Os cupins são insetos sociais, cujos indivíduos organizam-se em castas com distintas funções na colônias. Nas colônias maduras e de boa sanidade, periodicamente diferenciam-se novos alados, machos e fêmeas, prontos a realizar novos enxameamentos. Esses insetos constróem ninhos que os protegem de predadores, parasitas e das intempéries. Nestes casos são constantes a umidade e a temperatura ideal para o florescimento da comunidade. Os ninhos cujos aspecto lembra o papelão, por serem feitos de matéria vegetal rica em lignina, são ditos "cartonados". Os "terrosos" são feitos de terra, onde há os ninhos mistos, feitos com mistura homogênea de matéria vegetal e terra, ou com parte feita com terra e outras com matéria vegetal. Os ninhos são classificados segundo a lacoa de construção: Ninhos na madeira – Cupins de madeira – família Kalotermitidae – escavam túneis e câmaras na própria madeira de que se alimentam, sem erigir edificações externas à peça infestada. Ninhos subterrâneo – Imerso no substrato – geralmente o solo – em profundas variáveis. Ninho epígeo – Feitos à superfície do solo – às vezes chegam a 3 metros de altura. Ninho arborícola – Erigidos sobre suportes, como troncos, postes, muros e paredes. Ninho difuso – Câmaras e túneis difusos pelo solo, sob pedras e troncos, ou nas paredes de outros cupinzeiros. Ninho policálico ou composto – Composto de duas ou mais sub-unidades, interligadas por túneis. Ninho aéreonas edificações mais latas, colônias podem se instalar nas estruturas de andares altos, sem contato com o solo.

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